Recados

Dae Galera, chegou ao fim essa primeira aventura do Diário de Um Lunático, mas em breve começo a postar a parte dois, estou terminando de escrever a segunda parte e já comecei a escrever a terceira parte, então que gostou da primeira parte espere mais um pouco que em pouco tempo a segunda parte começa a ser postada. Abraços Thiago Ramone.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Dia 27 de abril de 2012

Hoje chegamos até a vila dos pescadores, estamos quase na metade do caminho, o caminho até aqui é tranqüilo, segundo Amin daqui até a cidade das múmias é muito perigoso.

Para descer a montanha foi muito fácil, nem parecia que havíamos sofrido tanto para subir, o caminho da vila do velho sábio até a floresta morta é mil vezes melhor que o caminho em que subimos, mas sai no outro lado da montanha, então seria muito demorado para chegarmos até a floresta morta e subirmos por lá.

A floresta morta deve ser o lugar mais deserto desse mundo, a única coisa que se encontra lá é terra e árvores secas, não existe vida por lá, segundo o velho sábio a floresta era mágica, linda, cheia de animais e de vegetação, mas muito tempo atrás um bruxo começou uma guerra para dominar q vila dos pescadores e a floresta morreu junto com as pessoas que morreram lá.

A caminhada foi muito longa, saímos da vila do velho sábio às 7 horas e chegamos agora pouco na vila dos pescadores, agora são 23 horas, caminhamos muito e quase não paramos, o Amin não que perder tempo com distrações.

O velho sábio nos deu algumas coisas estranhas, algo que parece um chocalho que serve para afastar maus espíritos, ele também nos deu alguns potes com uma água estranha, segundo ele serve para curar feridas, uma gota cura qualquer ferida no corpo.

Antes de sair da vila do sábio um jovem me deu um cajado e disse que na cidade das múmias as espadas são inúteis, o Paulo também ganhou e o Marcos ganho um arco e flecha encantado, não acredito muito nessas coisas, mas vamos ver se funciona quando precisarmos.

Quando a gente estava atravessando a floresta morta eu senti muito medo, o lugar parecia assustador, para onde você olhava tinha a mesma coisa, um monte de árvores secas e mortas, muita terra seca também, não existe grama, mato, flores, nada.

Ao chegar a vila dos pescadores o ancião da vila estava nos esperando, disse que sabe que vamos passar por situações que vão exigir muito de nós e que amanha vai conversar com nós. Não sei como ele conversou com o velho sábio, mas ele já estava sabendo de tudo.

Preciso dormir, estou muito cansado, hoje o dia foi cansativo. Boa noite.

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